As graves declarações do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, rasgaram a cortina de fumaça da política externa de Luiz Inácio Lula da Silva.
Não há ruído diplomático. Há uma acusação oficial de que o governo brasileiro agiu com má-fé e soberba, sabotando negociações comerciais para priorizar o ego presidencial. O resultado dessa irresponsabilidade é a catastrófica sobretaxa de 25% contra os produtos brasileiros.
Diante do desastre, o Palácio do Planalto tenta se exculpar falsificando a realidade com narrativas de vitimização. No entanto, o que assombra e enoja o País é o papel de setores da grande imprensa tradicional. Em vez de cumprirem o dever ético de informar, esses veículos operam como uma extensão do aparato de propaganda estatal. Agem como cúmplices da mentira, blindando o Planalto e omitindo a verdade para blindar seus próprios interesses comerciais.
A grande mídia comete um crime de lesa-pátria ao maquiar a incompetência do desgoverno Lula. Enquanto jornais e emissoras alinhadas tentam reescrever os fatos, o prejuízo real bate à porta do trabalhador, da indústria e do produtor rural.
O jornalismo mainstream, de joelhos, transformou-se em assessoria de imprensa de uma militância partidária nociva, sacrificando a credibilidade da profissão no altar do governismo.
A Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados (AJOIA Brasil) repudia veementemente esse consórcio de desinformação.
O Brasil não é laboratório ideológico de um mandatário arrogante e a imprensa digna desse nome não pode atuar como escudo de político.
Exigimos a abertura imediata das atas de negociação e a responsabilização desse desgoverno.
O povo tem o direito de saber que a conta da destruição econômica chegou, puxada pela soberba de Lula e empurrada pela covardia da grande mídia.
Ajoia Brasil Associação de Jornalistas Independentes e Afiliados
