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STF virou jogo?

Como crupiês de jogo sujo, a ala de maus ministros quer consumar o sequestro do STF. Dino atropela Fachin

A institucionalidade no Supremo Tribunal Federal é uma prática que já foi extirpada da mais alta corte do país. Seu uso se presta apenas, e tão somente, para discursos inflamados daqueles que querem impor suas obscuras pretensões, equivalente à prática maliciosa da democracia na política. Ou seja, a INSTITUCIONALIDADE e a DEMOCRACIA são apenas ferramentas exploradas de forma vil.

Acuados que estão, ministros como Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, flávio dino e Cristiano Zanin, atuam para sequestrar o STF e sacramentar o golpe judicial, em curso há anos.

Sem saída, ministros envolvidos com o escândalo do Banco Master e com o banqueiro Daniel Vorcaro, não julgam ser o suficiente apenas tirar o ministro André Mendonça da relatoria do Master, bem como do caso INSS, mas querem jogar o presidente do STF, Edson Fachin, na vala comum de subalternos do tribunal maior.

Pudores, já perderam. 

Em ofício encaminhado a Gilmar Mendes, flávio dino deixa claro que a pretensão, além de tumultuar o processo, é tirar Edson Fachin do caminho. Fato é, que o grupo está estendendo a sessão do último dia 15, já declarada encerrada, de forma paralela, e querendo assumir o protagonismo das decisões. O pretexto usado é, em palavras diretas, colocar todos os ministros citados nas investigações, com o mesmo peso e grau de envolvimento, e no mesmo balaio de gato que transformaram a questão jurídica, ora debatida na instituição centenária da República do Brasil. Essa pretensão, a bem da justiça, é diferente de querer investigar todos os envolvidos, mas com cada macaco no seu galho.

Não se pode deixar de considerar dois pontos cruciais nesta situação específica: trata-se de um fator certo e determinado que tem o envolvimento de um ministro da corte, Alexandre de Moraes, com o investigado em crimes Daniel Vorcaro. O outro ponto diz respeito, e a bem da verdade, que não se trata de um processo judicial, mas sim de um inquérito administrativo, o que não importa, em hipótese alguma, em nulidades como querem alcançar. É um procedimento investigativo.

Os ministros citados, atuam mais como cúmplices de uma causa do que como magistrados.

Abaixo, o destaque da conclusão do ofício, e a seguir a íntegra do documento:

Destaque
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Sobre Alexandre Siqueira

Vice-Presidente da AJOIA BRASIL, Jornalista independente e escritor. Autor dos livros "Perdeu, Mané!" e "Jornalismo: a um passo do abismo..." ; Saiba mais: https://livrariafactus.com.br/Vice-Presidente da AJOIA BRASIL, Jornalista independente e escritor. Autor dos livros "Perdeu, Mané!" e "Jornalismo: a um passo do abismo..." ; Saiba mais: https://livrariafactus.com.br/

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