Hoje pela manhã dei de cara com uma manchete de capa, com direito a imagem grande, no Portal UAI , onde é “notícia” que uma torcida organizada do Clube Atlético Mineiro, a Força Atleticana Revolucionária, marcou um ato de protesto contra a Outorga de Cidadão Honorário de Belo Horizonte ao senador e pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro.

Notícia ou propaganda política?
O ato vai acontecer na próxima terça-feira, 2, em frente à Câmara Municipal de Belo Horizonte. O autor do projeto para concessão do Título de Cidadão Honorário é o vereador do PL, Vile Santos.
Até aqui, tudo bem, afinal vivemos numa “democracia” e manifestação popular é legítima.
Mas ao ler o texto da convocação feita pelo grupo, soou muito conhecido o linguajar e as expressões bem apropriadas àqueles que sustentam narrativas esquerdistas, para justificar o ato. Fui procurar entender o que estaria por trás disso.

Não precisei de muito esforço. Um dos filiados a essa torcida organizada é o vereador Pedro Rousseff, petista de caráter sombrio e sobrinho-neto de outra extremista da esquerda, Dilma Rousseff . Será ele o autor do texto?
Não vou entrar no mérito dos objetivos da FAR (sigla, aliás, bem familiar) enquanto torcida organizada que está inserida em uma das maiores comunidades da cidade, a Pedreira Prado Lopes. Mas acho perfeitamente cabível questionar o significado deste movimento político.
Vamos ligar os pontos: uma entidade associativa ligada ao futebol; um edil ligado à extrema esquerda; imprensa tendenciosa. Pronto, o pavio está aceso.
Até aqui, o Clube Atlético Mineiro não se pronunciou a respeito de ter uma de suas 25 torcidas organizadas envolvida com movimento dessa natureza e que, querendo ou não, coloca o nome do clube no meio de tudo isso.
Quanto à imprensa, não é de se estranhar a postura deste importantíssimo e centenário veículo de comunicação – Diários Associados -, aparelhado por ideologia ao invés do profissionalismo.
Infelizmente, para tristeza dos mineiros, essa é uma realidade que está presente e que contaminou muitos outros órgãos de imprensa no Brasil.
Que Assis Chateaubriand não se permita ao incômodo do seu descanso eterno!
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Ajoia Brasil Associação de Jornalistas Independentes e Afiliados
