Imagine um cenário de um tribunal julgando o escandaloso caso do contrato jurídico surreal, infame e autoconfesso, que beira a obscenidade, de um escritório de advocacia. E lá, na sua sagrada vez, o advogado de acusação, ipsis litteris como no texto do jornalista, diretor teatral, dramaturgo, escritor e músico, Maurício Nunes, transcrito abaixo, faz exatamente essa leitura do episódio. Meus …
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