Cármen Lúcia cogita aposentadoria antecipada por pressão da família
Apesar do pedido familiar a ministra não confirmou deixar o cargo (Foto: Casali)

Cármen Lúcia cogita aposentadoria antecipada por pressão da família

Durante evento da Fundação FHC nesta segunda-feira (13), a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), informou a pressão de sua família para deixar a corte; o que deveria acontecer em abril de 2029. A declaração acontece no momento em que o Supremo enfrenta divisões entre os ministros em meio as repercussões do caso Banco Master.

A magistrada participou de um debate sobre a crise de confiabilidade nas instituições democráticas e o funcionamento do STF, e relatou sobre as tensões e desafios no cargo, o que não acontece apenas no Supremo.

“A crise da confiabilidade, hoje, é gravíssima e ela atinge as relações democráticas no plano horizontal e no plano vertical estatal”, destacou a ministra que afirma que da parte dela não há uma linha que esteja fora da lei.


Vale lembrar que Carmen Lúcia antecipou sua saída da presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), justificando que o órgão precisa de mais tempo para se programar para as eleições de 2026.

Sobre Márcia Casali

Jornalista profissional com experiência em telejornalismo, mídia impressa e web, assessoria de imprensa, social media e organização de eventos. Cristã, conservadora, defensora da causa animal, direitos da criança e do adolescente.

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