De Wuhan ao interior paulista: Brasil se desnuda como potencial ameaça mundial?
Pergunta que não quer calar: Quais providências estão sendo tomadas para garantir a segurança biológica do povo brasileiro? (Foto: Imagem CPG)

De Wuhan ao interior paulista: Brasil se desnuda como potencial ameaça mundial?

Doutrina de Estado: A vulnerabilidade dos laboratórios e o silêncio das FFAA: O governo passageiro trata a Segurança Nacional, com obsessão no fantasma político ianque, mas seria silente sobre o real risco biológico da nação perante o mundo sem fronteiras?

BRZL | Tribuna Duke •ΔΒ•

Recentemente (março de 2026), foi presa uma pesquisadora da Unicamp acusada do furto de 24 tipos de vírus — incluindo H1N1 e Zika — de um laboratório de segurança nível 3 (NB-3). O fato levanta questões imediatas: desde quando ocorria o desaparecimento de amostras? Quantos outros casos permanecem desconhecidos?

Vírus não respeitam alfândegas. Como o Estado deve zelar pela Soberania Nacional no quesito biossegurança? Este episódio evidencia a total insegurança dos procedimentos de pesquisa biológica no Brasil, pondo em risco a Segurança Nacional.

Precedente histórico: A pandemia de Covid-19, eclodida em 2020, foi causada por um vírus (SARS-CoV-2) retirado de um laboratório de segurança nível 4, em Wuhan, na China. Essa falha, proposital ou não, vitimou 17 milhões de pessoas, além dos óbitos e sequelados em decorrência de inoculação de experimento científico, e congelou o mundo com consequências permanentes. Diante da tragédia que tal negligência pode causar, precisamos questionar as Forças de Segurança para que esclareçam:

  1. Quais providências estão sendo tomadas para garantir a segurança biológica do povo brasileiro?
  2. Existe um Comando do Exército especializado em guerra biológica?
  3. Todos os nossos laboratórios de pesquisas biológicas estão adequadamente monitorados?
  4. Com a tendência privatista — inclusive a Sabesp —, as empresas de tratamento de água particulares têm suas atividades monitoradas pelo Exército?
  5. Ou nossas vidas estão nas mãos de ineficientes e protocolares agências reguladoras, sem a mínima estrutura ou cultura de segurança, meros cabides de empregos para militantes?

Não só os laboratórios representam riscos mortais, mas também a produção e a importação de alimentos, remédios, rações e insumos. Durante a epidemia do «mal da vaca louca», o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), alertou a Vigilância Sanitária para os riscos de importação de rações da Inglaterra. Providências foram tomadas e a importação, embargada. Mas a proteção foi acidental: os órgãos públicos não haviam detectado os riscos.

Essa realidade tem que ser enfrentada pelas FFAA, principalmente pelo Exército, em razão dos riscos evidentes. Os destinos de mais de 200 milhões de brasileiros não podem ficar ao acaso.

Senhores generais, governar não é apagar incêndios, mas antecipar ações adversas.

A segurança do povo brasileiro não pode ficar à mercê do acaso ou do critério de despreparados — sejam eles eleitos ou concursados. A classe política não oferece as mínimas condições de garantir a segurança para o povo, no Brasil ou no mundo. Agentes públicos, em geral, carecem da cultura imprescindível para tratar de questões de Segurança Nacional que dependem de procedimentos próprios e não podem submeter-se a mecanismos político-eleitorais.

O mundo é um ambiente perigoso, que requer a atenção dos órgãos de segurança do Estado para proteger as pessoas.

Com a palavra, os Senhores Generais do Exército Brasileiro.

O Brasil espera que cada um cumpra seu dever!

 


NOTA DA TRIBUNA: Registro de percepções sobre a essência da trindade: fatos, entes e realidades, na ontologia do Λόγος (Logos), origens e destinos, sob a curadoria de Dan Berg. Esta edição acolhe a contribuição pessoal do baluarte jurídico Ribas Paiva (24/4/2026), cujo mérito e alta doutrina consolidam o valor intelectual deste conteúdo.

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Sobre Dan Berg

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Jornalista, escritor, palestrante, teólogo, genealogista, poliglota autodidata, amante das línguas antigas — grego, hebraico e latim —; pós-graduado em Neurociências; pesquisador pelo British Council, membro especial da Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU.

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