Cobertura da chegada do senador e pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro, retorna ao Brasil após cumprir agenda com o Presidente dos Estados Unidos Donald Trump, o Vice-Presidente JD Vance, o Secretário de Estado Marco Rúbio, e outras autoridades do staff presidencial.
A reportagem é do jornalista Ray Cunha, primeiro Vice-Presidente da entidade que reúne jornalistas independentes, AJOIA Brasil.
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Flávio Bolsonaro é recebido por multidão no Aeroporto de Brasília após reunir-se com Trump
Fui convocado pela Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados (AJOIA Brasil) para cobrir o retorno do senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ) dos Estados Unidos, onde ele se reuniu com o presidente Donald Trump, com o vice, James David Vance, e com o secretário de Estado, Marco Rubio, quando se comprometeu, caso seja eleito presidente do Brasil, a integrar o Escudo das Américas e ajudar os Estados Unidos a despachar para o inferno as ditaduras, o crime organizado, os cartéis e máfias instalados na Ibero-América, e soltar os presos políticos, além de indenizar suas famílias.
Foi emblemático o que vi. No início da tarde, uma multidão começou a se formar e a gritar palavras de ordem, com o seguinte teor: Quem é o sujeitinho mais ordinário, escroto, que já conspurcou o Palácio do Planalto? Lula, ora! Que esse carrapato desapareça no esgoto da História!
Ora a multidão disparava granadas de fezes no rato de nove garras, ora berrava que Flávio Bolsonaro é o virtual presidente do Brasil, a ponto de, ainda candidato, ser recebido pela cúpula da elite dos Estados Unidos para tratar de políticas de longo prazo.
A imprensa estava posicionada. Fiquei próximo dos soldados da mídia, a linha de frente, os repórteres, secundados pelos câmeras e fotógrafos. Às 14h30, em ponto, Flávio saiu do pátio de desembarque. A multidão foi ao delírio. Ninguém deu tempo para nada, todos queriam se aproximar dele, amassá-lo, abraçá-lo, beijá-lo, tocar nele, fazer, pelo menos, uma foto.
A distância entre o desembarque e o carro que o esperava poderia ser coberta em um minuto, dois, no máximo, mas ele levou 12 minutos, contados de relógio, para chegar ao carro, sob a proteção de um pelotão de seguranças que não conseguiam nem proteger a si mesmos, tanta gente queria grudar em Flávio.
Flávio é um cara bastante simpático. Aparenta medir 1,80 metro e estar só um pouquinho acima do peso. Lembra o ator Liev Schreiber, que interpretou o Dentes-de-Sabre em X-Men Origens: Wolverine (2009). Poliglota, discípulo do filósofo Olavo de Carvalho, iniciado em Geopolítica, democrata, republicano, inteligentíssimo, está destinado a alçar o Brasil à potência hegemônica.
Flávio Nantes Bolsonaro nasceu em Resende, Rio de Janeiro, em 30 de abril de 1981. Filho mais velho do ex-presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, é empresário e advogado, além de senador. Começou sua trajetória política como deputado estadual do Rio de Janeiro, de 2003 a 2018, quando foi eleito senador.
O presidente Lula da Silva afirma que será eleito para mais quatro anos, durante os quais pretende, finalmente, instalar sua tão sonhada ditadura comunista e totalitária, mas, este ano, não conta com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com Joe Biden, com o Brics, com o Irã, com a Venezuela, com Cuba, nem com o Foro de São Paulo, e está com câncer na pele da cabeça. A queda que ele disse que tomou é câncer. Também, a ditadura da toga está ficando nua e o que se vê não é bonito.
Mas os piores inimigos de Lula, e são muitos, é sua sombra e sua boca. Enquanto a sombra gasta e fala besteira, quando Lula abre a boca é uma diarreia só, daquelas de infecção intestinal braba. Se ele ganhar é porque não há mais solução para o Brasil, que colhe o carma de um passado tenebroso: 388 anos de escravidão negra, com sofrimentos inacreditáveis.
Lula da Silva é um mago negro. Não por acaso surgiu no caminho do molusco murídeo o comandante da Pax Americana, o laranjão.
Ray Cunha – Associado Fundador – Brasília
Ajoia Brasil Associação de Jornalistas Independentes e Afiliados
